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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

A Escolha Perfeita pra 2015.

Nessa última semana do ano, muito se tem comentado acerca do que houve e do que virá em 2015. Além de desejos pessoais e cristãos, há as promessas de continuação de sagas e filmes agraciados pelo público brasileiro. 
Dentre os lançamentos esperados para 2015, temos: a continuação das séries da escritora Meg Cabot (o Diário da Princesa, que ganhará dois livros, e A Mediadora, que ganhará um livro); e novas continuações em filmes de curta metragem das sagas Crepúsculo e Harry Potter. A animação favorita das crianças em 2014, Frozen, retornará em uma série de livros como continuação da história, sendo publicada pela editora Random House.
Na posição de mais esperados do ano estão Os Vingadores 2: A Era de Ultron e Cinquenta Tons de Cinza, baseado no romance homônimo de E. L. James. Há também rumores acerca de uma continuação de Malévola. A atriz Angelina Jolie afirma que adoraria reviver a vilã mais uma vez.
São previsões ótimas e tudo indica que 2015 será um ano repleto de novidades e bons resultados.

Desejo profundamente que as séries que acompanho (The Vampire Diaries e The Flash¹) voltem desse hiatus tenebroso. Entretanto, minha maior espera é o lançamento da continuação do filme musical Pitch Perfect (A Escolha Perfeita), de longe meu filme favorito, considerando minha paixão pelos musicais, e pra comemorar o lançamento do segundo filme, resolvi falar sobre ele no último post do ano.
Beca é uma garota alternativa que quer se mudar para Los Angeles e seguir sua carreira como DJ, mas é forçada pelo pai a ingressar na Universidade de Barden e se formar antes de assumir o controle de sua própria vida, e é na faculdade que ela encontra as Barden Bellas: um grupo musical à capella feminino que tenta se recuperar do fracasso das finais do ano passado.
Trata-se de um grupo um tanto quanto antiquado que performa sempre a mesma música da Madonna e vem se arrastando nas competições. A líder - leia-se ditadora - Aubrey já não pode mais contar com o antigo padrão de beleza do grupo e então se vê obrigada a selecionar integrantes mais alternativas (anormais), como a jovem DJ, que acaba criando uma resistência contra os métodos ultrapassados de Aubrey, que erradica suas tentativas de inovação.
Rebatendo a algumas críticas, está longe de ser um filme feminino, a se contar pelo contraste de grupos sociais alternativos a que as garotas pertencem, não se caracterizando como patricinhas fúteis e eliminando qualquer contexto maçante do filme - desculpa, Aubrey!
The Treblemakers - Please Don't Stop the Music
A medida certa de humor está presente em todas as cenas, mesmo dublado o filme extrai altas gargalhadas do expectador com os níveis mórbidos de esquisitície das personagens, e esse caráter hilariante do filme se intensifica ainda mais quando as Bellas confrontam a cada cena os Treblemakers - um grupo a capella masculino da mesma faculdade que sempre arrasa nas competições e vence os campeonatos, assumindo um papel vitalício de rivalidade com as meninas.
Como um filme musical, achei as músicas muito bem escolhidas e, as performances, fantásticas. O filme vem contribuindo bastante com uma integração da música a capella - em que se faz todos os instrumentos e efeitos sonoros da música com a própria voz -, que se torna ainda mais efetiva com a disparada do grupo musical (real e um pouco mais antigo que o filme) Pentatonix².
A maioria são músicas inescutáveis, como um barulho insuportável no ouvido, mas os arranjos musicais que fazem no filme são totalmente diferentes, como se renovassem a música e a deixassem muito melhor. Tipo Right Round, do Florida. Não acho a música muito atraente, mas a performance dos Treblemakers nas regionais foi sensacional. 
Além disso, o filme tem bons diálogos. Cenas interessantes, com uma menções e citações externas compreensíveis e altamente atraentes. Há uma pitada de romance, como praticamente todo filme do gênero que envolve meninos e meninas, mas em vez de tornar algo tosco e gerar todo o enredo do filme, se torna apenas um suporte para a comédia dessa longa metragem.
Falando em evolução, essa é Lily Onakuramara.
E sim, isso é vômito. 
Percebe-se também um caráter evolutivo em cada uma das personagens centrais, que vão se desenvolvendo desde o início do grupo até o final do filme - ou melhor, até as finais do campeonato acapella -. Inclusive, ocorre uma espécie de mesa redonda próxima ao desfecho do filme, que põe em prática o que foi vivenciado, é claro que de forma muito irônica e carregada de humor.
Acho que minhas personagens favoritas são a Amy Gorda, a melhor cantora da Tasmânia com dentes e também a responsável pela maior parte da graça do filme, a Chloe, porque ela é ruiva, e o Benjamin Applebawn (deus me perdoe se escrevi errado), o figurante mais retardado e bolado do filme.


Beca, a protagonista, também é uma personagem adorável e prova que mesmo as mocinhas decididas bem resolvidas têm seus problemas no fim das contas - e, pelo amor de Deus, ela não teve sonhos eróticos com todos os caras da faculdade na primeira semana, merece um Oscar. Também é um grande avanço para sua intérprete Anna Kendrick, que não só mostrou que sabe soltar a voz como também que não é só mais uma coadjuvante boba com um belo par de seios do interior (a.k.a Jessica de Crepúsculo).
A continuação desse filme de título um tanto quanto sugestivo será lançada no dia 15 de Março de 2015 - e já não vejo a hora de cuspir a pipoca pra fora toda vez que a Amy Gorda abrir a boca -, então se você nunca assistiu o primeiro filme da sequência, não perca tempo - me arrisco a dizer que essa escolha será um tanto quanto... perfeita! :)








"Comi minha gêmea no útero. " (LISPECTOR, Lily)


¹ Olha, acho que vou falar sobre The Flash aqui no blog. 
² Ah, sim, o Pentatonix vai fazer parte do segundo filme. Legal, né?

sábado, 19 de julho de 2014

Hey Brother! There's a Karaoke app to be discovered.


Saudações, cafés! Primeiramente, mil desculpas - de novo? - por deixar  vocês esfriarem  o blog desatualizado. A greve do Instituto Federal de educação finalmente acabou e a readaptação foi um pouco turbulenta, inclusive acabei por entrar em uma gigantesca ressaca literária - o que me fez não ler pelo menos UM livro para a Maratona Literária #EuSouDoideira. 
Enfim, estou comprando livros novos para ler e vencer essa ressaca, para então cumprir os prazos e satisfazer todos vocês com resenhas gatíssimas de livros gatíssimos de literatura brasileira e estrangeira. Mas, bem, o post não é bem para isso.
Há poucos dias atrás, eu tomei conhecimento de um aplicativo chamado Sing! - agradecimentos especiais à Karina Neném Boide, do Not So Naive - e estou tão viciado que esqueci até me esqueci de que não sei cantar!
Bem, o Sing é um aplicativo do Smule (aquele grupo que cria aplicativos musicais), e nada mais é que um gerenciador de Karaoke Party. Bem, o aplicativo é gratuito, mas caso você queira ter acesso a algumas músicas especiais (como por exemplo Applause, e Summertime Sadness), cantar solos e estar liberado para fazer tudo o que é possível dentro do aplicativo, será necessário que gaste alguns tostões. 
Se não pode se dispor para comprar uma assinatura VIP do aplicativo, não há porque desanimar. Há milhares de usuários no mundo inteiro para cantar uma quantidade quase infinita de músicas em belas performances em que você deverá se juntar a um parceiro - para o dueto -  e uma quantidade crescente - para coros - .
Ao terminar de cantar uma música, o usuário recebe uma pontuação - ao meu entender, boas performances vão em 1500  < +2000 -, e há um equalizador de efeitos - limitado na versão gratuita, mas maiores alterações podem ser desbloqueadas para assinantes VIP. E então, ao salvar a música, ela vai para o seu perfil. 
Sim, um perfil. Além de um aplicativo para performances musicais altamente divertido, o Sing! funciona também como uma espécie de rede social - bem básica, por sinal -, para os famosinhos da Broadway, a corte do POP e até mesmo cantores de chuveiro (meu caso). Bem, se este post foi útil para você, e resolveu baixar o aplicativo - que está disponível para Android e iOS, comente aqui em baixo seu nick, para que eu possa te seguir e acompanhar suas performances. 

Algumas sugestões de performances e cantores para dar uma olhadinha quando baixarem o aplicativo são:
Because Of You* (beccastupello + saltydan), Lucky** (luizfonsecca + jawsellen), Call Me Maybe (kellydarkbr), Let It Go (BubbleGunBoide), Wherever Will You Go (marcoruedawolf1).

Fica a dica,
Abraços!

* Meu orgulho, xodó e vício.
**esta performance é contra indicada á pessoas com ouvidos sensíveis e lepras cardíacas.