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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

[TRAILER] A 5ª Onda


Conheça "A 5ª Onda", novo filme da Chloe Moretz | 21 de Janeiro nos cinemas
A Terra repentinamente sofre uma série de ataques alienígenas. Na primeira onda de ataques, um pulso eletromagnético retira a eletricidade do planeta. Na segunda onda, um tsunami gigantesco mata 40% da população. Na terceira onda, os pássaros passam a transmitir um vírus que mata 97% das pessoas que resistiram aos ataques anteriores. Na quarta onda, os próprios alienígenas se infiltram entre os humanos restantes, espalhando a dúvida entre todos. Com a proximidade cada vez maior da quinta onda, que promete exterminar de vez a raça humana, a adolescente Cassie Sullivan (Chloe Grace Moretz) precisa proteger seu irmão mais novo e descobrir em quem pode confiar.


A 5ª Onda é um dos lançamentos super esperados para 2016 e promete iniciar o ano com chave de ouro. Com essa premissa, estima-se que agrade não somente aos leitores, mas também tenha uma boa abrangência com os espectadores de filmes de ação. O filme é baseado no livro homônimo lançado no Brasil pela editora Fundamento, que inclusive está disponibilizando a segunda edição dos exemplares com as capas do filme com 30% de desconto em sua loja virtual. 

CURIOSIDADES SOBRE O FILME:


– A atriz Chloe Grace Moretz que interpretou a protagonista de A 5ª Onda também fez parte do filme Se Eu Ficar.
– O vilão da história foi interpretado por Liev Schreiber, que fez o irmão do Wolverine em um dos filme do X-Men.
– Os livros A 5ª Onda e O Mar Infinito estão na lista dos mais vendidos do jornal The New York Times
– A 5ª Onda é indicado para os fãs de Jogos Vorazes e Divergente
– O terceiro livro da trilogia A 5ª Onda será lançado no exterior em Maio do ano que vem. Aqui ainda não temos previsão de lançamento.


Confira as capas:



Porque, se eu for a última, então eu sou a Humanidade.
E se essa for a última guerra da Humanidade, então eu sou o campo de batalha.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

[DES] Apontamentos Literários

Estava aqui pensando na minha caixinha do nada, tomando um cafézinho de leve pra não perder o costume, e então diversas das minhas mídias sociais passaram a alarmar sobre a adaptação  do livro Cinquenta Tons de Cinza para as telonas. Mas ESPERE, NÃO FECHE O POST AINDA, pois não é sobre essa obra desagradável por assim se dizer que eu pretendo dissertar - sobre ele, veja, já escrevi aqui -. 
O que me ocorreu na verdade, é que eu já fiquei sabendo de inúmeras adaptações cinematográficas de livros que eu li e que foram confirmadas, mas, com o passar dos anos, continuo aqui, esperando essas estreias.n
Não que sejam coisas que eu aguarde ansiosamente, claro, mas são coisas que gostei, e que fiquei na expectativa de assistir o filme. Todos sabemos como a indústria cinematográfica envolve toda uma burocracia e um trabalho a se desenvolver antes da produção de um filme e tal, principalmente sendo um grande mercado movimentador de capital, mas temos, claro, essas promessas que nos foram feitas e estão aí, engolidas pelo vento. Não sei outros, mas meus desapontamentos são:

A primeira dessas promessas é Fallen - caído ou, melhor dizendo, anjo caído -. Li o livro no começo de 2013 de acordo com a indicação de uma amiga. Demorou um pouco, mas acabei por gostar da narrativa da autora e das personagens, que construíram um enredo legal, um romance, e aqueles triângulos amorosos com bases bíblicas. Clichê, mas divertido, e até aí tudo bem. Li a continuação, intitulada Tormenta. Houve uma grande melhora na narrativa do livro. Certas falhas no enredo, mas as personagens novas e a mudança de cenário fez muito bem à leitura do livro. E li o terceiro livro, que se chama Paixão, dando uma verdadeira reviravolta no tempo e espaço, reintroduzindo as personagens nos princípios da história cristã. E então parei, sem ler os outros dois livros (Êxtase e Apaixonados), na espera da adaptação cinematográfica. Não gostei muito do elenco, mas ainda assim fiquei na expectativa. A adaptação foi confirmada e volta e meia eram divulgadas novidades acerca da produção e... o tempo calou.


Outra dessas gracinhas foi a franquia Percy Jackson. Certo, isso é mais recente, do ano passado. Já tivemos adaptações em filme de dois dos livros da série, mas convenhamos que foram um tanto quanto decepcionantes. Não só para nós também, mas para os produtores do filme, que investiram pouco e lucraram pouco, como comentei nesse post aqui, e por isso resolveram cancelar a produção dos filmes. Entretanto, logo veio uma outra notícia super animadora, de que os livros seriam convertidos em uma série de televisão, em que cada livro corresponderia a uma temporada de dez episódios, com um elenco novo e mais fiel às descrições do livro. Okay, ótimo, mas foi só isso e nada mais foi divulgado... o tempo calou.


E por último, e não menos importante, tem Chuck. Não é um livro, mas merece respeito por ser minha série de televisão favorita. Mesmo eu tendo conhecido a série depois do seu fim, assisti cada episódio das cinco temporadas com um gostinho de quero mais, com a mesma sensação de um fã que acompanhou, e acho que nunca terá nada comparado a essa série. Bem, eu nunca assisti os três últimos episódios da série, pois introduzem um final um tanto quanto melancólico demais. Eu sei como a série termina, gosto de spoilers, mas não quero afundar em uma depressão profunda em um término cheio de pontas soltas. Enfim, após o término da série, os produtores não fizeram uma promessa, de fato, mas comentaram sobre produzir um filme de longa-metragem que seria uma continuação da série, pra matar saudades, mas o tempo calou, e cá estou eu esperando amargamente o filme, como milhões de outros fãs que levam a série e o significado dela em suas vidas muito a sério.

J. K. Rowling, minha querida e amada escritora de Harry Potter é um ser que, acredito eu, mereça um prêmio de boa vontade, sendo que tempos depois da conclusão de sua série, ela mais tem feito do que prometido para agradar os fãs, e vem sempre cumprindo o que promete, como por exemplo a adaptação de Animais Mágicos e Onde Habitam, que será lançada logo logo, além é claro dos textos e contos que ela vem publicando sobre o destino das personagens e de responder dúvidas dos leitores sempre que pode no Twitter.

Talvez seja querer demais. Talvez minhas fontes e pesquisas sejam desatualizadas e alguém talvez esteja fazendo algo debaixo do pano, pra depois explodir como uma surpresa para todos os leitores e espectadores que aguardam ansiosamente esses e outros lançamentos. É um pouco mesquinho da minha parte, mas não concordo como esse tipo de coisa é anunciado e depois de muito tempo cai no esquecimento. Por exemplo, A Culpa é das Estrelas um livro muito bom, por sinal, e eu inclusive já o resenhei aqui, mas dada a repercussão mundial que o livro teve pelas estantes e prateleiras, sua adaptação foi produzida quase tão rápido como um estalar de dedo. Isso sem falar que o autor, John Green, ficará alguns anos sem escrever novos livros pois TODAS as suas obras serão adaptadas, e é um pouco triste como algumas coisas recebem mais prioridade que outras, francamente. 

Desabafei.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

[QUOTES] A Culpa é das Estrelas


Saudações, cafezeiros? Ahn. Cafeíneiros? Cafocólatras? É, vamos deixar a nomenclatura para outra hora. Saudações, meus caros leitores! Tudo bem? É notório que já fiz algumas resenhas aqui para o blog, e as primeiras vieram com quotes que por vezes eram engraçadas e marcavam um momento tenso de cada livro. Dando uma olhada em meu blog, percebi que deixei de postá-las, então resolvi fazer, hoje um especial com as quotes mais legais de "A Culpa é das Estrelas" - a última resenha publicada aqui no blog.

"Alguns infinitos são maiores que outros… Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Eu queria mais números do que provavelmente vou ter. "

"Meus pensamentos são estrelas que eu não consigo arrumar em constelações."

Mas eu acredito em amor verdadeiro, sabe? Não acho que todo mundo possa continuar tendo dois olhos nem que possa evitar ficar doente, e tal, mas todo mundo deveria ter um amor verdadeiro, que deveria durar pelo menos até o fim da vida da pessoa.

"Aparentemente, o mundo não é uma fábrica de realização de desejos."

"As vezes o universo quer ser notado." É nisso que eu acredito. Acredito que o universo quer ser notado. Acho que o universo é, questionavelmente, tendencioso para a consciência, que premia a inteligência em parte porque gosta que sua elegância seja observada. E quem sou eu, vivendo no meio da história, para dizer ao universo que ele, ou a minha observação dele, é temporária?

 "Sem dor, como poderíamos reconhecer o prazer?" 

"Chegará uma época em que não restarão seres humanos para recordar que alguém sequer existiu. Não sobrará ninguém nem para recordar Aristóteles ou Cleópatra, quanto mais a ti."

"Sou uma granada, um dia vou explodir e não quero machucar você."

"Você coloca a coisa que mata entre os dentes, mas não dá a ela o poder de completar o serviço, é uma metáfora."


E, a melhor das melhores frases de A Culpa é das Estrelas:

"Eu sei que não parecemos muitos, mas entre nós temos 5 pernas, 4 olhos e 2 pares e meio de pulmões." 

domingo, 1 de junho de 2014

[CRÍTICA] Witches of East End


Quem me conhece sabe que sou admirador do místico e do sobrenatural. Desde contos de fada até as máximas e (talvez nem tanto) assustadoras histórias de macabras de vampiros e bruxos. Então, quando estreou, no ano passado, o seriado Witches of East End(Bruxas do Leste), não tive outra alternativa senão acompanhá-lo religiosamente.
A trama de Witches of East End tem como núcleo o clã das bruxas Beauchamp, composto por Freya, Ingrid, Joanna e Wendy. Como resultado de um antigo julgamento, elas foram proibidas de usar magia e expulsas de Asgard - dimensão mágica que, no seriado, está presente como o lar das bruxas -. Confira abaixo o trailer do seriado.
 Joanna é a mãe de Freya e Ingrid, e tem como poder ressuscitar os mortos. Ingrid é a mais velha e prevê o futuro. Freya é a mais nova e tem uma aptidão brilhante com poções. Wendy, a irmã de Joanna e tia das garotas, se transforma em gato e, como tal, possui várias vidas - uma seleção de poderes incríveis para o mais incrível clã de bruxas. De acordo com a maldição, Joanna passa os anos de sua vida imortal vendo suas filhas nascerem, crescerem, desenvolverem seus poderes e, ainda durante a vida adulta, morrerem. Como se já não bastasse o sofrimento pela perda das filhas, não se faz muito tempo desde a morte da última filha para que Joanna engravide de Ingrid, seguidamente por Freya.
Uma trama tão sinistra e ao mesmo tempo peculiar para a família aperfeiçoa, no seriado, a forma como elas são vistas "imbatíveis", mas como punição por tanto tempo de existência, é claro que o poderoso clã de bruxas do East End conseguiu muitos - e bons - inimigos ao longo do tempo, que não tardam a se voltarem contra elas.
Desta vez, Joanna optou por esconder de suas filhas o mundo da magia, a fim de fazer suas vidas durarem mais, o que acabou deixando as garotas despreparadas para o que viria a seguir. A trama irreverente e especialmente "original" acaba dando um enfoque aguçado à presença quase onipotente do clã, o que acaba lembrando a família de bruxas Cromwell, do longa-metragem infanto-juvenil  intitulado Halloweentown.
Nos primeiros minutos do seriado, o telespectador se depara com um cemitério, em que um bruxo metamorfoseado na figura de Joanna prepara um ritual e assassina uma das testemunhas do tão macabro rito. É então que todos estão se dirigindo à uma festa de noivado. O noivado em que Freya - a noiva - encontra o rapaz com quem tem sonhado ultimamente, e para a surpresa do audiente, este rapaz é ninguém menos que o irmão de seu noivo.
Em uma trama muito interessante, Witches of East End contrasta diferentes figuras e personalidades num mundo mágico e tentadoramente contemporâneo - em que bruxos usam celulares - intersectando os dois mundos e deixando um pouco de lado a medievalidade constante em muitas séries e filmes de bruxas. Só que, como toda boa produção, WEE peca em algum ponto muito forte, e desta vez se dá pelo infindável clichê dos dois homens - de personalidade distinta e beleza incomparável - apaixonados pela mesma mulher. O clichê se torna ainda maior quando estes dois homens (Dash & Killian Gardiner), são irmãos, retornando à tentativa já realizada em The Vampire Diaries. Comicamente, Killian representa a figura do badboy da série, de traços físicos e psicológicos que nos lembram Damon Salvatore, de Diários do Vampiro.
Talvez não tenham pecado tanto assim, já que por traz deste triângulo amoroso há uma longa história por traz das gerações passadas, entrelaçando cada personagem a um dado momento das vidas passadas, o que retorna o seriado à posição de uma de minhas favoritas.  A primeira temporada de 10 episódios quase deixou os fãs na dúvida, exceto por um final de reviravoltas no mínimo aguardadas, introduzindo a próxima temporada de Witches of East End, que vai ao ar no dia 06 de julho deste ano, para sanar as dúvidas acerca da possível morte de umas das personagens do seriado.



quinta-feira, 3 de abril de 2014

Dê Vampirus Diárius


Quem assistiu o episódio novo de The Vampire Diaries? Meu Deus no céu, querem me matar do coração. Pra começar estava eu, em plenas duas horas da manhã, sozinho em casa, assistindo TVD na sala.

Se você já assistiu o episódio novo, leia estes parágrafos.

Então, quando Caroline e Enzo estão na casa da bruxa a procura de informações sobre Tom (doppelganger de Stefan/Silas), ouve-se um barulho um tanto quanto esquisito. É então dito no sombrio sotaque britânico de Michael Malarkey (Enzo), "O Coração Denunciador".
Não que eu não goste ou, tenha medo de assistir TVD (já tive uma ou outra recaída), mas misturar Diários do Vampiro + Madrugada + Sozinho em casa + Edgar Allan Poe?? Perdões, mas isso é pedir um pouco demais pra mim.
Sem falar, de fato, na cena inebriante de desmaio de Bonnie (mais Katherinezadamente chamada de Bon-Bon) em que, após a inevitável tortura pela qual a bruxa teve que passar quando o grupo de viajantes massacrados decidiram atravessá-la de uma vez. Então, enfraquecida, Bonnie caiu ao chão, o que permitiu que uma entidade morta atravessasse do limbo sobrenatural para Mystic Falls, o que, propriamente, devemos chamar de problema.
Acredito eu que este ser que voltou a vida graças à tribo viajante se trata de ninguém menos que Markos, o líder desta sociedade, de quem pouco se muito falar nos últimos episódios. Quem assistiu o episódio só pôde ver as costas do novo "cidadão" de Mystic Falls e possível futuro problema da trama, mas ainda assim, a se ver por sua fisionomia, eu acredito que seja um outro personagem de Michael Malarkey, o mesmo ator que interpreta o vampiro Enzo. E quem quiser, pode conferir, o porte físico e o formato do cabelo. Estaria eu me enganando ou surgirá mais uma Doppelganger em The Vampire Diaries?
De qualquer forma, se o tal Markos ( e se for, realmente ele ) causar problemas ou, quem sabe, seguir o mesmo modelo patético e abusivo do ex-imortal Silas ou ainda uma cópia descarada do ex-vilão Klaus, cabeças vão rolar.


Se você não assistiu o episódio novo, ou não assiste o seriado, leia aqui em baixo, e saberá como é assistir The Vampire Diaries.

O seriado além de construir um enredo sempre muito imprevisível, não possui suas ligações amorosas por faixada. Cada uma delas possui um peso imensuravelmente ligado a uma linha de fatos e hipóteses que podem vir a calhar. Além do mais, não é aquele tipo de seriados em que só existem pessoas incrivelmente bonitas no elenco. Bem, Diários do Vampiro possui beleza na maior parte do seu elenco, mas isso não quer dizer que predominem totalmente, o que deixa a mitologia cada vez mais verossímil.

O único motivo para que eu me revolte ao assistir o seriado  é a incrível habilidade de personagens interessantes para a história morrerem, e o pior ainda é quando voltam sem utilidade alguma(como o caso de Bonnie, que voltou à vida, mas privada de usar magia. Mas ainda assim, a personagem aderiu à uma nova trama ainda mais interessante, cheia de um mistério que os fãs ainda não conseguiram solucianar. ¹

Quando uma série ultrapassa a quarta temporada ela, na minha opinião, já pode ser considerada um sucesso, mas também é nessa parte da vida útil da mesma que os maiores problemas começam. The Vampire Diaries como maior exemplo atual tinha tudo e mais um pouco pra afundar lentamente, a histórias das cópias estava parecendo chegar ao fim quando seu início fora desvendado, tinha um Spin-Off que ia contar as história dos Originais e chamaria mais a atenção, mas eles conseguiram se superar, prender os fãs, é um tipo de magia que não acontece a todo momento, com todo show e em toda emissora.

TVD passou a explorar mais profundamente o romance de Elena e Damon, tentando mostrar até onde eles conseguiriam, poderiam e seriam levados a ir para provar que levariam esse amor de ambos sem que a tal profecia de que todas as cópias deveriam ficar juntas.

Mas aqueles que pensam que tudo passaria a girar em torno do casal se enganam, a série da um caminho para cada personagem seguir. Bonnie agora é  âncora entre os vivos e os seres sobrenaturais mortos, um fardo e tanto, mas é o que a manteve viva(ou melhor, a trouxe de volta à vida). Caroline creio que foi a que esteve mais perdida nisso tudo, até o encontro com Klaus onde enfim ela começou a definir quem é ela nessa temporada. Jeremy e Matt parecem perdidos, já Stefan ... Este foi taxado com o que seria mais avulso na temporada, mas o amor dele por Katherine foi se desenvolvendo entre o fim da última temporada e o início dessa, o vampiro ainda pareciam um tanto confuso com a "morte" da vampiranha, pois ali víamos que as cópias ficaram juntas, mas não por um simples tropeço do destino, havia amor em Katherine e Stefan - MAS conhecemos Kath, ela era sempre gananciosa, queria tudo e terminou sem nada, sem a filha que a procurou por séculos, sem o amor de sua vida e sem estar viva-.

Muito se comentou do fato de que quando a morte de Katherine chegasse a série também seria levada ao fim, mas muitos se esquecem de que há outras histórias e personagens tão interessantes quanto a que acabou de ser introduzida- a do líder dos viajantes Markos-, além do fato de terem matado a última cópia avulsa de Silas, Tom, deixando só Stefan e Elena como duplicatas vivas.

Eu vi até mesmo algumas pessoas comentando que seria Tom a duplicata pra Elena e Katherine pro Stefan, mas nada disso foi em um segundo confirmado. A série tem um poder de traçar histórias tão marcantes como personagens, e também tirá-los de nós - mas é TVD, eles sempre dão um jeito de voltar-, é uma emoção pela qual se vale a pena passar e assistir. ²
 
 
¹ Luiz Fonseca
² Joice Gabrielle
 
Se você só assiste o seriado pra ver o Ian Somerhalder, meus pêsames. Não há nada aqui que vá lhe interessar.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Logan Lerman confirma o fim das adaptações de Percy Jackson.


Sim, minha gente linda, é exatamente isso que eu estou dizendo. Logan Lerman, o ator que interpretou o protagonista Percy Jackson nas telinhas tem, ultimamente, dado muitas entrevistas em virtude do lançamento de Noé - uma adaptação bíblica-fantástica na qual Logan Lerman atua como Cam (o filho do meio de Noé) -, e uma das perguntas feitas ao ator foram a respeito da sequência "A Maldição do Titã" - terceiro livro da série -, da qual não se tinha mais notícias.
O ator, para o desespero e tristeza geral dos fãs, disse não continuar a interpretar Percy Jackson nas adaptações - o que, de fato, confunde a cabeça do fã - mas logo se corrige e diz que não haverão mais adaptações dos livros de Rick Riordan.
Bem, caso esteja se perguntando, a explicação para o cancelamento da adaptação é simples. A 20th Century Fox não investiu muito em Percy Jackson, provavelmente considerando a franquia um "negócio de risco". Assim, não havendo o investimento necessário, o filme não alcançou o sucesso - em minha opinião erroneamente - previsto, e inicialmente não superando os investimentos. Assim, investiu-se ainda menos no segundo filme intitulado "O Mar de Monstros", o que decretou de uma vez por todas o fim das adaptações de Percy Jackson.
Um importante fato a se notar é que as adaptações da série de livros Percy Jackson foram dirigidas por Chris Columbus, o diretor de Harry Potter e a Pedra Filosofal e Harry Potter e a Câmara Secreta, duas adaptações de sucesso e que, diga-se de passagem, pertencem também ao gênero Fantasia - como a série Percy Jackson.
Bem, em minha posição de fã eu devo dizer que estou bastante desapontado. Ainda que os filmes não tivessem seguido fielmente a cronologia e os pontos-chave da mitologia de Percy Jackson, tudo aquilo era, de qualquer forma, uma representação, com pessoas, cenários e efeitos - e, sem dúvidas um trilha sonora perfeita -. E como comentou, nesta semana, minha amiga Ani do blog Acerejada: "Se fazem, reclamam por não estar parecido. Se não fazem, reclamam por não fazerem."
Felizmente, nossa era de expectativas quanto ao futuro da mitologia de Rick Riordan ainda não acabou. Ainda podemos estudar as proposições e mistérios até o lançamento do quinto e último livro da série Heróis do Olimpo, intitulada Sangue do Olimpo - isto é, se Riordan conseguir se afastar de sua criação e não começar novamente a escrever outra série de semideuses, como fez-.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

"And The Raven says 'never more'."

Análise Interpretativa do Filme "O Corvo" em contraponto com os contos de Edgar Allan Poe.
[SPOILERS]

O filme “O Corvo”, dirigido por James McTeigue – conhecido pela obra “V de Vingança”, não é de todo, fiel ao livro “Histórias Extraordinárias”, que reúne os contos de suspense macabro do autor Edgar Allan Poe, ainda que esteja no páreo das peripécias de figuras como Sherlock Holmes.


Há um teor relativo de intertextualidade no livro: aqueles que leram seus contos saberão discernir os pontos críticos de cada história, podendo sentir-se no clímax da produção cinematográfica, antecipando certos momentos de tensão e “participando” do desenrolar das investigações, enquanto alguém que ignore a obra levaria o conteúdo do filme apenas como mais um caso de mistério, tendo que depender da atenção em cada detalhe para poder interpretar, no mínimo, o desfecho do filme.
Com perspicácia interessante quanto a mascarar o serial-killer, uma das primeiras histórias a ser retratada é “A Máscara da Morte Rubra”, quando a peste invade o baile no palácio do príncipe próspero, não sendo o filme, de forma alguma, fiel ao livro, vendo pelo ponto de que a Morte Rubra era um ser intocável, não-material, enquanto no filme, um simples rapaz invade o baile em Baltimore a mandato do próprio serial-killer.
“O Caso do Valdemar” é outro conto não tão bem retratado no filme, sendo que os casos de hipnotismo do protagonista da história, visto que é lembrado apenas com uma língua morta retirada de um corpo, não do desfalecimento total dos órgãos do corpo.
Há também, no filme, uma referência a “O Barril de Amontillado”, que trata da ‘vingança” de Montresor a seu rival – no conceito do conhecimento de vinhos – Fortunato. Montresor, na história, decide aplicar uma lição a seu amigo, afirmando ter um barril de Amontillado num vão escuro de sua adega, onde Fortunato, obsecado pela “presença” de Amontillado em pleno carnaval, decide adentrar, mal sabendo, que seu rival Montresor estaria construindo várias muralhas de pedra na única entrada que havia para o vão. Logo, quando decidem ir embora, Fortunato se torna surpreso ao ver que não havia nenhuma passagem para voltar, e logo morre. “O Corvo”, apenas retrata este mesmo tipo de enterro, desta vez, num túnel, facilmente descoberto pelo eco que se produzia na parede de pedra oca.
“O Coração Denunciador” é posto em uma perspectiva um tanto quanto intuitiva, embora não seja, também, tratado com fidelidade no filme. É usando a ideia de escutar as batidas do coração que Edgar, no filme, consegue identificar a localização de Elizabeth, mesmo que definhando até a morte.
O filme leva na bagagem de inspirações, também, os contos “Os Crimes da Rua Morgue”,  “O Poço e o Pêndulo” e o “Os Mistérios de Marie “Rogêt”, além dos poemas “Annabel Lee” e “O Corvo”, sendo que os quatro últimos não foram evidenciados na obra “Histórias Extraordinárias” – tomada como base para a interpretação e análise.
O filme se conclui com uma das possíveis mortes do escritor – envenenado -, e ainda com a irresistível e ainda inesperada previsão do próximo passo do serial-killer, que viveu seus últimos dias tentando refazer os contos de Edgar.
E o corvo aí fica; ei-lo trepado.  No branco mármore lavrado.  Da antiga Palas; ei-lo imutável, ferrenho. Parece, ao ver-lhe o duro cenho, Um demônio sonhando. A luz caída Do lampião sobre a ave aborrecida No chão espraia a triste sombra; e fora Daquelas linhas funerais Que flutuam no chão, a minha alma que chora Não sai mais, nunca, nunca mais! (LISPECTOR, Edgar Allan Poe)